ENCONTRO A 3 DE JULHO

Gostaria de contar convosco na
6ªf dia 3 de Julho, entre as 18h e as 20h30, na Escola, para um “encontro”. Não pretendo fazer dele uma reunião com agenda formal, não só por não haver necessidade de pontos-de-situação, nem de atribuição de eventuais pelouros ou funções, como também por não ver vantagem em fixar neste momento qualquer programa de actividades para a Associação. O tempo, para mim, não é de “organização”, nem de burocracias ou formalismos, mas de vivências com sentido.
 
Pretendo, por isso, que façamos precisamente um encontro, no qual possamos de algum modo fazer memória da Escola, e em que cada um seja para os outros uma oportunidade de a reviver como legado importante. Como fazê-lo? Não há nenhuma maneira mais ou menos adequada de o fazer, cada um saberá o que lhe dará sentido partilhar nesta ocasião: uma memória “física” (fotografia, redacção, desenho, barro, caderneta de notas, etc)? Uma história vivida? Uma canção? Tocar um instrumento? Relembrar uma refeição, os espaços, … Tanto há por onde escolher! Vou p.ex. pedir à Maria Alçada Baptista Moller que se junte a nós e nos recorde o originalíssimo método de iniciação à leitura da Ave-Maria – objecto, aliás, de um seu recente trabalho académico de grande qualidade.
 
Se nada quiser partilhar, poderá sempre aparecer, claro: basta gostar da ideia de estar com outros antigos alunos!
 
Gostaria também que cada um pudesse nessa altura partilhar uma “vontade” relativamente ao futuro: o que lhe daria gosto fazer acontecer, ou ver acontecer, neste âmbito dos Antigos Alunos. Vontade não quer significar, obrigatoriamente, compromisso de quem dá a sugestão em organizar seja o que for.
 
Faremos, na ocasião, uma incursão por algumas outras “memórias” ainda existentes, fisicamente falando, na Escola. Surpresa….
José Manuel Seruya