CONCURSO DE

POESIA

O gosto dos nossos alunos pela palavra poética revelou-se também na sua participação na segunda edição do Concurso de Poesia. Dezenas de alunos revelaram-se autênticos poetas e poetisas. A entrega dos certificados a todos os participantes e dos diplomas, bem como dos prémios, ao vencedor de cada escalão a concurso decorreu no dia 9 de abril. Estão todos de parabéns!

 

Poema vencedor do 1º escalão (1º e 2º anos) – Isabel Folhadela, 2ºA

 

O Sol

 

O Sol é majestoso e grande.

É uma grande estrela.

É mais quente no verão,

Como uma bola de fogo amarela.

 

Quando o Sol está no céu

É porque começou o dia.

E todos ficam mais alegres

E cheios de energia.

 

O Sol não aparece à noite

Porque aí está a lua.

A lua também é grande.

A luz do Sol é a sua.

 

Perto de todos os planetas,

O Sol vive no espaço.

É como se fossem vizinhos,

A quem dá um abraço.

 

Não podemos tocar no Sol,

Porque nos podemos queimar.

Olhem que é verdade,

Eu não estou a brincar!

 

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Poema vencedor do 2º escalão (3º e 4º anos) – Teresa Godinho, 3ºB

A minha teimosia

 

Quando estou aborrecida,

Faço logo beicinho.

Viro as costas às pessoas

E amuo um bocadinho.

 

Quando vou para o cantinho,

ico escondida, não quero ver ninguém!

Tenho muito mau feitio!

Sou igual à minha mãe!

 

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Poema vencedor do 3º escalão (2º ciclo) –  Vitória Anacoreta, 6ºB

Um presente para o melhor pai do mundo

 

Se eu fosse uma escritora

E sobre si tivesse que escrever

Não saberia o que fazer

Pois há tanto a dizer…

 

Por onde começar?

Há tanto por contar!

As palavras estão a faltar!

O que é que se está a passar?

 

Fui ao médico ver o que tinha

Ele disse-me que tinha amor a mais

E eu pensei logo nos meus pais…

 

Embora tentasse tudo para ficar curada,

Não consegui deixar de ser amada.

Então estou aqui para dizer:

                                   “Obrigada, Pai!”.

 CO

 

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Poema vencedor do 4º escalão (3º ciclo) – Mariana Serpa Pinto, 7ºA

O mar

 

Ai como é belo o horizonte do mar!

Sentada na areia dourada pelo Sol,

Observo as calmas ondas a espreguiçar.

Ao longe um pequeno barco desliza sobre o mar.

 

No céu, as engraçadas gaivotas voam sem parar.

Na praia, oiço o som do mar no meu ouvido a sussurrar

E a brisa que vem do mar me refresca com os seus salpicos,

O cheiro da maresia me envolve e me faz sonhar.

 

Quando o Sol vem beijar o mar,

Eu deixo a praia para trás.

No alto aparece a lua,

Que eu sei que vai deixar o mar a brilhar.